1. Livro: A Senhora da Magia
22 . Edição é obra... em 2000 (livro 1)
"A mais maravilhosa evocação da saga do Rei Artur que já li. Absolutamente extraordinário" - Isaac Asimov
Leitura terminada em Maio de 2015
Sinopse:
Fascínio é o termo exacto para caracterizar esta obra apaixonante baseada num tema que à séculos vem fazendo sonhar gerações e gerações: a lenda do rei Artur e dos cavaleiros da távola redonda. Ainda que pouco ou nada se saiba sobre mitos, rituais mágicos e esoterismo, deste livro ninguém sai intacto. Página após pagina, apodera-se do leitor um único desejo: o de continuar mesmo pensando que se conhece o seguimento.
Universo paralelo a uma Grã-Bretanha celta, a misteriosa Ilha de Avalon é a guardiã dos grandes mistérios eternos e sagrados e os que estão fadados a existir nos dois mundos são, passo a passo, confrontados com as antigas tradições ligadas à natureza e às suas forcas obscuras e a nova fé cristã que procura espalhar-se no território e insinuar-se nos corações.
A vetusta Matéria da Bretanha, com a sua trama de lealdade e pureza, bravura e traição, tão difundida na Europa Medieval e que o nosso rei D. Joao I mostrou desejo de que fosse principal exemplo na formação de seus filhos, é apresentada nesta obra maravilhosa sob aspectos inesperados.
Reinvenção do ciclo de histórias contidas na lenda, este romance, impregnado de uma magia doce e bela, é narrado a partir do ponto de vista das mulheres que, por detrás do trono, foram as verdadeiras detentoras do poder: Morgaine e Gwynhefar.
A misteriosa e cativante Morgaine é meia irmã de Artur e Grã-sacerdotisa da brumosa Avalon, terra encantada que as mulheres governam pelo seu poder de gerar vida e onde o verdadeiro conhecimento é preservado para os vindouros. Para Morgaine existe um único objectivo vital: afastar a Bretanha da nova religião que encara a mulher como portadora do pecado original. Sua inimiga, a bela Rainha Gwynhefar vive dividida entre o dever para com o rei e o novo Deus e a paixão pelo valoroso Lancelet.
Aos dez anos, Marion Zimmer Bradley deixou-se enfeitiçar pela lenda do Rei Artur e nunca mais conseguiu desligar-se desse fascínio. Ao longo de muitos anos, pesquisou e estudou um imenso acervo documental sobre o cristianismo primitivo, religião celta, sobre a Grã-Bretanha de antanho; conviveu com mulheres que nos nossos dias se consideram continuadoras e guardiãs das antigas tradições. Este volume e os que se lhe seguem são o seu tributo a um período histórico tão rico e pleno que não necessita de artificialidades para preencher a narrativa.
Isaac Azimov considerou esta obra "absolutamente extraordinária" e tem razão: as lendas de sempre podem, de facto, transformar-se nos mais belos romances da actualidade. As Brumas de Avalon foi dividido pela autora em quatro livros distintos que podem ser lidos individualmente sem que daí advenha quebra de ritmo para o leitor, pois cada um deles constitui um episódio independente e completo.
Este primeiro livro cinge-se à vida antes de Artur até à sua nomeação como Rei Veado...
a minha opinião:
este livro leva-nos numa viagem fascinante onde a lenda e a magia se cruzam e ficamos sem saber se os factos acontecem porque tem que ser, ou por artes magicas ou feitiçarias, mas a verdade é que o amor de Igraine e Uther nos leva a devorar pagina por pagina à espera que este amor se concretize...
2. Livro: Rainha Suprema
17 . Edição é obra... em 2000 (livro 2)
"Lemos o primeiro livro, A senhora da Magia. Esperamos pelos restantes para preencher a nossa avidez de mistério e de saudade daquela sabedoria inicial, que fomos perdendo na assimilacao de culturas, quando éramos um com a terra" - Joao Mattos e Silva, Letras & Letras, Mai 88
Leitura terminada em Maio de 2015
A minha opinião:
Este livro começa no Norte da Gra-Bretanha com o nascimento do único filho de Artur, mas o qual não poderá ser reconhecido... o casamento do Rei Artur com a Rainha Gwinhefar, a qual se vê obrigada a casar com Artur um homem maravilhoso, mas vê o seu coração bater por Lancelet... até a consumação desse amor...
Mais um impossível parar...
3. Livro: O Rei Veado
15 . Edição é obra... em 2000 (livro 3)
"... um livro a reter como o retrato relativamente fiel de uma tradição, onde o fio da lenda (haverá coisas tão agradavelmente reais como as lendas asturianas?) é contado a partir de outra perspectiva, de outro olhar sobre o destino da história e do sentido de Avalon" - Francisco José Viegas, Expresso
Leitura terminada em Maio de 2015
A minha opinião:
Pais, filhos, Mães, irmãos, como aceitar, como entender será possível aceitar a situação sem pensar em pecado, como cristãos, eu diria é totalmente impossível, mas lendo o livro consigo entender a situação e não julgar, eu estou e estarei para sempre apaixonada pela historia e pela lenda do rei Artur...
que venha o próximo...
15 . Edição é obra... em 2000 (livro 4)
Leitura terminada em Maio de 2015
A minha opinião:
Morgaine um pouco de felicidade, será que interpretou bem as suas visões?!?
Este livro termina com a união das diferentes crenças onde se vê que apesar de o povo achar muitas coisas pagas estas vão-se fundindo de uma forma que hoje nos nosso tempos à muitas coisas que eram pagas e passam a ser católicas... a verdade é a fé nos salvará...
citação que fica:
" mas Brígida não é uma santa crista, pensou (Morgaine), mesmo que Patricius pense que sim. É a Deusa, tal como é adorada na Irlanda. Eu sei disso e, mesmo que pensem o contrário, estas mulheres conhecem o poder da Imortal. Mesmo que a exilem, Ela acaba sempre por prevalecer. A Deusa nunca abandonará a humanidade."
"... Está em Avalon, mas está aqui. Está em toda a parte. E aqueles que neste mundo tiverem necessidade de um sinal hão-de vê-lo sempre."
uma obra fascinante a qual aconselho deveras a leitura...
Pais, filhos, Mães, irmãos, como aceitar, como entender será possível aceitar a situação sem pensar em pecado, como cristãos, eu diria é totalmente impossível, mas lendo o livro consigo entender a situação e não julgar, eu estou e estarei para sempre apaixonada pela historia e pela lenda do rei Artur...
que venha o próximo...
4. Livro: O Prisioneiro da Árvore
15 . Edição é obra... em 2000 (livro 4)
"A mais original das interpretações da matéria da Bretanha na via da religião Celta e da Grande Mãe... uma notável proeza de imaginação." - Mary Renault
Leitura terminada em Maio de 2015
A minha opinião:
Morgaine um pouco de felicidade, será que interpretou bem as suas visões?!?
Este livro termina com a união das diferentes crenças onde se vê que apesar de o povo achar muitas coisas pagas estas vão-se fundindo de uma forma que hoje nos nosso tempos à muitas coisas que eram pagas e passam a ser católicas... a verdade é a fé nos salvará...
citação que fica:
" mas Brígida não é uma santa crista, pensou (Morgaine), mesmo que Patricius pense que sim. É a Deusa, tal como é adorada na Irlanda. Eu sei disso e, mesmo que pensem o contrário, estas mulheres conhecem o poder da Imortal. Mesmo que a exilem, Ela acaba sempre por prevalecer. A Deusa nunca abandonará a humanidade."
"... Está em Avalon, mas está aqui. Está em toda a parte. E aqueles que neste mundo tiverem necessidade de um sinal hão-de vê-lo sempre."
uma obra fascinante a qual aconselho deveras a leitura...
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